Série: Construindo Conhecimento

1º Semestre de 2019: Construindo Conhecimento

Em que acreditamos? Por que acreditamos? Para que acreditamos? Quanto das nossas opiniões, crenças e posições são cronstruídas com base em observações empíricas e quanto são com base em teorias e ideias abstratas? A razão é inimigo da emoção? Percepção e fé são opostas ou sinínimas? E, será que nossas pressuposições já foram desafiadas por quem mais precisa considerá-las...por nós mesmos?

Nessa série vamos discutir alguns assuntos importantes como:

  • verdade absoluto
  • fé e razão
  • sofrimento
  • religião
  • a bíblia

Venha participar para fazer nossa prosa melhor!

Série: Geração YOU

Resumo: Secularismo é tão prevelente na atualidade que há conceitos desta visão de mundo aceitos de forma abrangente que parecem até ser natual do ser humano. Secularismo é a água na qual nadamos e o ar que respiramos. Nosso proposta é discutir algumas destas "crenças" de secularismo e considerar como afetasm nossa busca e nossa fé.

Série: 4 RAZÕES

O tema “4 Razões” foi baseado no livro 13 Reasons Why, (Os 13 Porquês em português, Editora Ática) - que deu origem ao polêmico seriado da Netflix de mesmo nome.

Tudo começa com o suicídio da personagem principal - Hannah Baker. Mas antes disso, ela havia gravado fitas denunciando pessoas e situações que a feriram profundamente e a levaram a perder a esperança e escolher o suicídio. Dentre aquelas feridas estão bullying, abuso sexual, problemas familiares, traição, mentira e fofoca, amor não correspondido, etc. Antes do suicídio, ela envia aquelas fitas às pessoas "culpadas" pelo seu suicídio e a trama gira então em torno da revelação do que elas fizeram contra a Hannah e o debate sobre a “culpa” pelo acontecido.

Para o Café com Prosa, escolhemos 4 daqueles temas abordados no livro e no seriado - Bullying; Abuso; Traição; Mentira + Fofoca - e para cada um desses temas nos fizemos as mesmas perguntas:

  • De que forma vivenciamos esses temas em nossas próprias vidas?
  • De que forma Jesus foi vítima dessas agressões?
  • Qual a resposta de Jesus à essas agressões?
  • Qual mensagem de esperança Jesus tem para aqueles que vivenciam essas agressões?

O “Café com Prosa - 4 Razões” foi um dos mais transformadores que já tivemos até hoje. Os temas polêmicos, pessoas e relevantes, fizeram com que a participação fosse assídua e enriquecedora. Chegamos a algumas conclusões que nos levam a refletir e podem fazer uma diferença significativa na forma como enxergamos a nós mesmos e aos outros em meio a tantas agressões que estão presentes na nossa sociedade:

  • Todos nós somos, de alguma maneira, vítimas e agressores ao mesmo tempo, de todas essas formas.
  • Jesus sofreu todas essas agressões, até mesmo de pessoas que antes diziam amá-lo, mas ele respondeu com perdão, com verdade, sem deixar com seu valor pessoal fosse definido pelas pessoas mas sim por Deus e sem se retirar da sociedade como uma fuga mas, ao contrário, revertendo aquelas agressões em um amor ainda maior.
  • Jesus nos dá a esperança de que podemos, com Ele, e assim como Ele, reverter agressões em perdão e amor.

Série: O Que Te Move?

O primeiro semestre de 2017 trouxe para o Café com Prosa o tema: “O Que Te Move?” Essa pergunta traz consigo um questionamento ainda mais profundo, que diz respeito ao nosso propósito e à nossa busca por satisfação. Vimos através da obra de C.S. Lewis - um influente e famoso escritor do século passado - que esta busca por satisfação se fazia presente naquela sociedade. E vimos através do exemplo de Tom Brady – uma das personalidades mais bem sucedidas da atualidade – que esta mesma busca, ainda hoje, aflige o coração humano.

Todos nós somos movidos por alguma coisa. Alguma coisa está nos movendo para levantarmos da cama todas as manhãs, para vivermos nossos dias da forma que vivemos. Algo nos move a tomarmos as decisões que tomamos, a fazer as escolhas que fazemos e a nos relacionarmos com as pessoas com quem nos relacionamos. Por trás de todas as coisas pelas quais somos movidos existe uma busca por satisfação. Logo, devemos saber o que nos move!

Porém, o que exatamente aflige os nossos corações e a nossa existência é a sensação de que não está funcionando. Parece que não temos uma fonte para a satisfação que tanto procuramos. Não importa o quanto conquistamos, o quanto experimentamos, o quanto nos divertimos, o quanto amamos, o quanto viajamos, nós sempre queremos mais, nunca estamos totalmente satisfeitos.

Em meio a esse vazio que nenhum prazer dessa vida parece ser capaz de preencher, consideramos a ideia de um Deus: Se Deus existe, será que é Ele quem teríamos que buscar para encontrar a satisfação que tanto procuramos? Será que esse anseio que parece infinito estaria apontando para um Deus infinito que poderia, então, nos satisfazer? Considerar a ideia de Deus em meio a anseios e sentimentos tão reais e humanos pode ser algo muito complexo, abstrato e até mesmo polêmico. E ainda mais, mesmo que a resposta a todas essas perguntas seja “sim”, como nós poderíamos, no fim das contas, saber quem é esse Deus? Como poderíamos chegar até ele? Existem centenas de filosofias, religiões e ideias sobre um “deus” ou “deuses”... e muitas vezes essas ideias parecem nos confundir mais do que ajudar. Teríamos, porventura, uma prova substancial de Deus?

E então falamos sobre Jesus. Outro nome que é muito polêmico e que vem carregado de preconceitos. Vem carregado de ideias culturais construídas ao longo dos tempos. Um nome que representa uma figura religiosa, muitas vezes, negativa. Porém, vimos que muita coisa que se escuta por trás desse nome na cultura atual não é necessariamente verdade de acordo com a história. O fato é que esse homem existiu, e praticamente nenhum historiador discorda disso, independentemente de sua crença. Ele não apenas existiu, como falou muitas coisas sobre Deus, fez muitas coisas em nome de Deus, teve um grandíssimo impacto na história e, o mais incrível, se dizia ser a figura imprescindível para conhecer a Deus.

Se nós queremos investigar a possível existência desse Deus, um Deus que teria respostas para nossos anseios, seria uma opção legítima considerar a pessoa histórica de Jesus, pela grandeza das coisas que ele disse e a grandeza da existência dele.

Série: Cético, Em Que Você Confia?

O que é ceticismo? É possível não crer em nada? Ciência e fé são coisas contraditórias? A razão humana é confiável? Essas são apenas algumas das questões que temos abordado no Café com Prosa desse semestre!

Se o ceticismo é a marca desta geração, o que fazer para não sermos simplesmente iludidos por ele mas, ao contrário, sermos pensadores críticos a seu respeito? Vivemos em uma época em que tudo é questionável e tudo é relativo. Mas, e o nosso ceticismo? Seria ele também questionável e relativo? Se você pertence àqueles que não querem apenas seguir no piloto automático da cultura, vem prosear com a gente! Queremos pensar juntos se esse ceticismo, que tanto define nossa sociedade atual, é algo que realmente tem nos movido em direção ao conhecimento da verdade ou se é mais um parasita nos atrapalhando a crescer. Vamos ser céticos sobre o ceticismo e refletir no que vale a pena apostar nossas fichas!

DATAS 2016

  • 27 de Agosto
  • 17 de Setembro
  • 15 de Outubro
  • 26 de Novembro

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Série: Onde Está o Amor?

Semestre passado passamos um bom tempo discutindo o tema "Equívocos: Por que você acredita naquilo em que acredita?" Falamos sobre algumas coisas nas quais acreditamos (às vezes sem até perceber que acreditamos) e que, se parássemos para analisá-las profundamente, por mais que pareçam verdade, notaríamos que podem ser equívocos. Por exemplo: “Deus não se importa”. Muitas vezes, seja qual for o Deus que você acredita, muitos de nós até afirmaria: acho que Deus se importa com o ser humano. Porém, se pararmos avaliar como vivemos e fazemos decisões, no fundo parece que o que nos guia é a crença em: “Ah, até acho que Deus existe e nos criou. Mas Ele está lá em cima e eu aqui em baixo… nem sabe bem sobre os detalhes da minha vida. Então, por que eu perguntaria qualquer coisa a Ele? Por que consultaria sua opinião? Acho que Ele não se importa”. Será que Deus não se importa? Será que essa é uma verdade ou um equívoco? Entre outros exemplos, essa foi uma das coisas que discutimos.

Após muitos grupos de discussão e conversas individuais, muitas vezes ouvimos, de pessoas com sistemas de crença diferentes (cristãos, espíritas, ateus): “Ah, podemos conversar sobre essas coisas e até ter algumas divergências de opinião em alguns pontos, mas no fim das contas, o que conta é o amor. E já que discutimos sobre coisas que Jesus falou, até ele disse que o maior mandamento era amar uns aos outros. Ouvimo muitas vezes: “Não importa muito o que você acredita, o importante é amar o proximo”. Ou, no caso de alguns ateus: “Vivo minha vida tranquila, sem fazer mal a ninguém” (o que indiretamente podemos dizer que é amar próximo).

Porém, quando eu olho pra sociedade, isso parece contraditório. No geral, a maioria de nós diz que acredita que o amor é o que vale. Que independente das diferenças temos que concordar que amar uns aos outros é o mais importante. Mas onde está esse amor?

Na própria tentativa de ser guiado pelo princípio do amor, há contradições: uma parte fala: “Amor é isso… Acho que o amor está na liberdade. Se você realmente ama você deixa o outro livre sem cobrar muito.” Já outra parte poderia dizer: “Ah, acho que não é bem assim. Se você ama, às vezes terá que falar com o outro o que ele não quer ouvir, porque você tem compromisso com ele, quer o seu melhor, por mais dolorido que seja no momento.” Às vezes, um grupo faz doações e obras de caridade e prega: “Eu estou ajudando o próximo. Devemos amar assim”. Por outro lado, outro grupo fala: “Acho que aqueles estão fazendo caridade apenas para aparecer na mídia, não por amor, mas por orgulho”. 

E, claro, não podemos deixar de fora as necessidades mais alarmantes: falamos que amor é importante mas poucas vezes nos dedicamos a ajudar aos outros, a investir tempo e dinheiro nos preocupando com o pobre ou necessitado. A cultura grita querendo amor mas quanto mais tenta definir ou encontrar onde está o amor, mais parece que tem falta dele.

Então, Onde está o amor?

E Se Deus ou Jesus existem e disseram realmente que o maior mandamento é “Amar uns aos outros”, que amor é esse? Sabemos realmente o que Ele quis dizer com “Amor” ou estamos dando a nossa definição de amor como se fosse a dele?

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